Degustação

Workshop: Os aromas do vinho

O olfato é um dos sentidos mais importantes que utilizamos na degustação. Grande parte do prazer que experimentamos quando bebemos um vinho vem dos aromas. A formação desses aromas começa no vinhedo e termina quando servimos o vinho na nossa taça, para bebê-lo. Saber quando e como se formam nos ajuda a compreender a vida do vinho como um todo. O workshop será ministrado pelo sommelier Mario Leonardi (Missão Sommelier), é de conteúdo técnico e tem como objetivo aprofundar os conhecimentos da análise olfativa realizada nos vinhos. Programação: A importância dos aromas; A percepção de aromas e os limiares olfativos; Origem,…
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Análise gustativa do vinho

É o momento de provar o vinho em boca. Esta etapa requer bastante atenção, uma vez que são muitas as sensações que percebemos: gostos doce, ácido, amargo e salgado; outras sensações como untuosidade, temperatura, sensação de calor produzido pelo álcool, adstringência e borbulhas; e o sabor, que é a combinação de tudo o que percebemos em boca somados aos aromas retronasais. Durante a prova, o gole não deve ser muito grande, nem pequeno demais. Deve ser em quantidade suficiente para efetuar uma análise correta, dividida em três etapas. O ataque é a primeira sensação percebida com o vinho na boca.…
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O sabor das borbulhas

Todos os vinhos têm ao menos um pouco de gás carbônico (CO²) produzido pelas fermentações. A quantidade nos vinhos denominados tranquilos é pouca e variável, geralmente percebida na ponta da língua e dificilmente detectada visualmente, como no caso dos espumantes. O gás carbônico tem gosto simples, levemente acidulado e tem grande impacto tátil e gustativo. A quantidade de CO² contribui com o frescor e a vivacidade do vinho, acentua a acidez, reforça o gosto tânico e diminui o gosto doce. Com o envelhecimento do vinho, a quantidade de gás diminui, até se tornar imperceptível.    (mais…)
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Como a temperatura influência no sabor do vinho

O vinho na boca e a temperatura Uma das grandes diferenças entre um vinho branco e um tinto é a quantidade de polifenóis que cada um possui. O vinho tinto apresenta antocianos, responsáveis pela cor, e os taninos, que formam parte da estrutura e do corpo. Os taninos são um dos responsáveis por não deixar que vinhos tintos sejam resfriados em demasia, já que ficam muito ásperos, produzindo sensação de adstringência. A exceção ocorre para vinhos com maior quantidade de açúcares, como o vinho do Porto. Estes vinhos podem ser resfriados por mais tempo, uma vez que a aspereza do…
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Como a temperatura influência nos aromas do vinho

Os compostos aromáticos possuem diferentes graus de volatilização. Em geral, quanto maior é a temperatura, maior é a volatilização. Claro que existem limites, já que uma temperatura pode beneficiar algum tipo de aroma e prejudicar outro, além de produzir desequilíbrio. Um vinho tinto que em geral deve ser bebido entre 16°C a 18°C ficará alcoólico se for servido a uma temperatura maior, sobretudo se superar os 20°C. Os aromas do vinho também aumentam, porém não tanto como o álcool, e o vinho parecerá desequilibrado. (mais…)
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Os aromas do vinho – 2ª parte

Os aromas terciários – O buquê O buquê (do francês, bouquet) é um aroma complexo formado durante a evolução do vinho no tempo. Um vinho jovem só possui aromas primários e secundários, ou seja, não tem buquê. São muitos os fatores que determinam esse tipo de aroma, como as características das uvas e os métodos de elaboração. A formação do buquê começa durante o amadurecimento em barricas ou toneis de carvalho, porém é na garrafa que vai atingir seu apogeu. O tempo é responsável pela formação do buquê, por isso temos que levar sempre em conta o ciclo de vida…
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Os aromas do vinho – 1ª parte

A formação dos aromas A formação dos aromas começa no vinhedo e termina quando servimos o vinho na nossa taça, para bebê-lo. Saber quando e como se formam os aromas nos ajuda a compreender a vida do vinho como um todo. Esses dados nos dão uma ideia da origem, do tipo de uvas, dos métodos de elaboração, dos processos de amadurecimento e envelhecimento, entre outras características. (mais…)
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Vinho: limpidez, brilho e sedimentos

Limpidez e brilho A limpidez depende da ausência de partículas em suspensão no vinho - um dos aspectos mais importantes da análise visual. Ela nos oferece indícios sobre o estado de sanidade do produto. O vinho não deve estar turvo ou vedado, nem ter sedimentos se for jovem, o que indicaria alguma alteração ou defeito. (mais…)
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A cor dos vinhos

A cor do vinho depende da variedade da uva e de seu amadurecimento, das técnicas de vinificação e do armazenamento e envelhecimento, quando ocorrem numerosas reações. Os polifenóis são os compostos responsáveis pela cor da uva e dos vinhos. Cada variedade de uva tem uma composição polifenólica determinada, portanto, uma cor específica, diferente de outras castas. A composição polifenólica é condicionada por aspectos agronômicos e climáticos. Isso pode fazer com que uma mesma variedade de uva tenha características diferentes quando cultivada em regiões distintas. (mais…)
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A acidez do vinho

Diversos ácidos orgânicos provenientes da uva e outros ácidos produzidos durante as fermentações formam o gosto ácido dos vinhos. Os principais ácidos provenientes da uva são: o tartárico, o málico e o cítrico. Os principais ácidos produzidos durante as fermentações são: o succínico, o lático e o acético. Existem muitos outros ácidos presentes no vinho, embora não possuam a mesma importância organoléptica que os listados acima. (mais…)
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